30 tintos, ou 30 metas a cumprir!

Uma lista útil e divertida, para que cada enófilo apreciador de tintos adapte ao seu gosto, e verifique o que já foi, e o que ainda falta conhecer! 

De Bordeaux, um corte típico bordalês, que combina principalmente Cabernet Sauvignon e Merlot.

Cabernet Sauvignon do Vale do Napa, o vinho que colocou a Califórnia definitivamente no mapa mundial.

Cabernet Sauvignon do Chile, também considerado entre os melhores!

Carmenère chileno. Falando em Chile, essa uva quase foi extinta e virou praticamente exclusiva do país...

Pinot Noir da Borgonha, uma das uvas mais elegantes, e em seu habitat natural...

Pinot Noir da Nova Zelândia, para entender o porquê dessa uva ser chamada de camaleão.

Syrah francês do norte do Rhône, notoriamente picante e elegante, um dos melhores Syrah do mundo!

Shiraz australiano de Barossa, onde encontram-se algumas das vinhas de Shiraz mais antigas do mundo.

GSM, o corte típico da Austrália, que combina Grenache, Shiraz e Mourvèdre.

Pinotage da África do Sul, a única uva nativa do país, fruto do cruzamento entre a Pinot Noir e a Cinsault.

Barolo, vinho italiano do Piemonte, considerado a melhor expressão da uva Nebbiolo!

Brunello di Montalcino, o 1º vinho de toda história a ser classificado como um DOCG!!!

Sangiovese de Chianti, mais uma especialidade da Toscana, a partir de uma das uvas mais antigas da Itália!

Aglianico del Vulture, a expressão da uva Aglianico em solos italianos vulcânicos, ao redor do Monte Vulture.

Primitivo di Manduria, vinho do sul da Itália, emblemático da Puglia, e que está muito na moda, atualmente!

Zinfandel da Califórnia, para comparar uvas iguais, Primitivo e Zinfandel, em terroirs tão distintos.

Tempranillo de Rioja, frutado, elegante e original, onde a madeira desempenha um papel decisivo.

Espanhol do Priorato, única denominação do país, ao lado de Rioja, a receber título máximo de qualidade!

Da Argentina, Bonarda, a uva exótica que tem se destacado muito, sendo a 2ª mais cultivada nesse país.

Malbec de Luján de Cuyo, beneficiado pela qualidade mineral encontrada no solo dessa região argentina.

Um francês Cahors, produzido com Malbec e conhecido como “vinho negro”, devido à concentração de sua cor.

Alicante Bouschet do Alentejo, um varietal muito impressionante, de cor escura e profunda.

Touriga Nacional, a cepa autóctone de Portugal mais famosa, entre as mais de 250 nativas do país!

Um corte português misterioso, de distintas uvas vinificadas ao mesmo tempo, vindas de vinhedos misturados.

Falando em corte, Châteauneuf-du-Pape, cujas normas originaram o sistema AOC de denominação de origem.

Lemberger da Alemanha, para quem duvida que os alemães também produzam excelentes tintos.

Um tinto da China, país que vem aumentando sua produção, aparecendo já em 9º lugar no ranking mundial.

Do Uruguai, um Tannat, verdadeiro patrimônio nacional dos nossos vizinhos.

Tannat da Campanha Gaúcha, nossa 2ª maior região vinícola, ao longo da fronteira com o Uruguai.

Varietal de Merlot, do Vale dos Vinhedos! Por último, e com certeza não menos importante, essa lista se encerra com a 1ª denominação de origem oficializada no Brasil, localizada na maior região vinícola do país, a Serra Gaúcha, entre os municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. Se quiser ler mais sobre o Vale dos Vinhedos, clique aqui.

E aí, você está longe ou perto de conhecer e degustar pelo menos um rótulo de cada um dos vinhos dessa lista?




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