Crème Brûlée

Uma sobremesa “protegida” por uma crocante crosta de caramelo, que precisa ser rompida para a degustação desse prazer... Saiba mais sobre o Crème Brûlée...

Sua receita aparece, pela primeira vez, em um livro de receitas escrito por François Massialot em 1691. Na segunda edição desse mesmo livro, contudo, a receita aparece com o nome de Creme Inglês. O motivo, ao que parece, é que essa é uma receita originalmente elaborada pela cozinha do Trinity College, em Cambridge, onde ele era chamado de Creme Queimado, 60 anos antes do livro ser escrito.

Até hoje os ingleses chamam essa delícia, inclusive, de Burnt Cream, Cambridge Burnt Cream, ou Trinity Cream. E dizem, também, que originalmente, o brasão da escola era marcado na crosta de caramelo.

Francês, ou inglês? Ou espanhol? Sim, na Espanha essa sobremesa é conhecida como Creme Catalão, e os espanhois reinvindicam para si sua criação, que pode levar, também, limão ou laranja na sua receita. Mas, ao que consta, essa sobremesa teria surgido por lá posteriormente, por volta do século 18.

Bom, chame como quiser. Mas não perca a chance de degustar essa delícia, ao lado de um vinho bem selecionado!

 Rendimento:

6 pessoas

 Ingredientes:

.  6 gemas peneiradas

.  500 ml de creme de leite fresco

.  ½ xícara (de chá) de açúcar

.  1 fava de baunilha 

.  açúcar para polvilhar

 Modo de Preparo:

Pré-aqueça o forno a 160°C, e coloque uma panela esquentando água para o banho-maria.

Divida a fava de baunilha ao meio, e retire as sementinhas raspando com uma faca. Coloque as sementinhas, a fava e o creme de leite fresco em uma panela, e leve ao fogo até iniciar fervura. Fique atento para desligar o fogo antes do líquido subir e entornar. Com o fogo desligado, tampe a panela e deixe o sabor concentrar, por 10 minutos.

Enquanto isso, bata as gemas com o açúcar até dobrar de tamanho e formar um creme claro.

Retire a fava de baunilha do creme de leite, e adicione o creme de leite ao creme das gemas batidas. Divida a mistura em 6 tigelinhas que possam ir ao forno. Coloque as tigelinhas dentro de uma forma, e leve ao forno em banho-maria com a água já aquecida.

Asse em forno baixo, entre 150 e 160°C, por aproximadamente 45 minutos. Deixe esfriar e leve à geladeira por pelo menos 4 horas.

Na hora de servir, polvilhe açúcar em cada porção, e faça a crosta com o auxílio de um maçarico, ou com as costas quentes de uma colher. Como? Coloque uma colher de sopa na chama do fogão, por alguns minutos. Com uma luva, segure a colher e passe suas costas na superfície de cada porção, até o açúcar ficar caramelizado. Entre um e outro doce, lave e seque bem a colher, para não correr o risco de queimar e amargar o açúcar.

Pronto! 

 Harmonização:

Essa é uma sobremesa tradicionalmente consumida com uma taça de vinho ao lado. Qual? Fica a seu critério, mas as sugestões são muitas: Jerez Doce, que você pode conhecer clicando aqui. Sauternes, um clássico francês sobre o qual já falamos, aqui. Se preferir um português, então vá de Moscatel de Setúbal, sobre o qual você pode ler mais, também, clicando aqui. E, se quiser realmente surpreender-se e surpreender seus convidados, por que não um vinho alemão de colheita tardia, ou um húngaro Tokaji?

Faça a sua escolha. Mas não deixe de fazê-la. O prazer é garantido!

Para ler mais sobre vinhos de colheita tardia, clique aqui. Ou então, sobre Tokaji, aqui.




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